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No Clima da Caatinga visita equipe de comunicação do Projeto Albatroz

caatinga

Encontro foi marcado por troca de experiências e estratégias entre equipes dos projetos

Dois projetos de referência em suas áreas de atuação, o No Clima da Caatinga e Projeto Albatroz, patrocinados pela Petrobras, se reuniram, no fim do mês de junho, para uma troca de experiências entre seus setores de comunicação. Kelly Cristina e Ruthy Lene, integrantes do projeto cearense, vieram a Santos (SP), para conhecer mais sobre o trabalho realizado em prol da conservação de albatrozes e petréis.

O Projeto No Clima da Caatinga é coordenado pela Associação Caatinga, que mantém uma área de conservação florestal de cerca de seis mil hectares entre os estados do Ceará e Piauí. Suas ações acontecem, principalmente, nos municípios de Crateús (CE) e Buriti dos Montes (PI), nos entornos da Reserva Natural Serra das Almas e também na cidade de Fortaleza (CE).

As ações do Projeto envolvem a conservação dos recursos hídricos e florestas; enfrentamento da degradação ambiental; pesquisa; educação ambiental através de visitas, palestras e exposições; geração de renda; qualidade de vida das comunidades; e conservação do tatu-bola, considerado símbolo da Caatinga.

“O tatu-bola é a menor espécie de tatu encontrada na Caatinga. Ele depende muito do meio ambiente para sobreviver, por isso o escolhemos como nosso mascote. Ele sofre muito com a caça do homem”, explica Kelly. “Protegendo o tatu-bola, as pessoas também estão protegendo a floresta”.

De mãos dadas com a comunidade

A reserva ambiental protegida pelo No Clima da Caatinga começou a ser unida ainda na década de 30, pela iniciativa de Samuel Johnson, patriarca da multinacional de produtos de limpeza SC Johnson. A cera de carnaúba, palmeira típica do estado do Ceará, era matéria-prima para muitos de seus produtos.

Além de fomentar pesquisas científicas em prol da floresta e sensibilizar o público sobre a importância de protegê-la, o No Clima da Caatinga também realiza um trabalho contínuo com as comunidades adjacentes à floresta a fim de que conservem a mata, tenham melhor qualidade de vida e gerem renda familiar.

Uma das ações é a construção de cisternas de placas pela união do projeto com as vilas atendidas, para assegurar água de qualidade. Outra é a construção de fogões ecoeficientes, que produzem menos poluentes e funcionam com materiais como gravetos e folhas. Já o forno solar oferece a oportunidade de assar alimentos sem uso do fogo, apenas com o calor do sol.

Através da meliponicultura, o No Clima da Caatinga distribui abelhas sem ferrão típicas do Nordeste brasileiro às comunidades para geração de renda familiar. As pessoas são instruídas pelo projeto para realizar a retirada e venda do mel, considerado raro e de alto valor de mercado. 

Atividades em Santos

Na sede administrativa do Projeto Albatroz, a dupla foi recebida pela equipe de comunicação, que dividiu com as profissionais algumas estratégias de criação de conteúdo para redes sociais, como fotos, memes, avaliação de métricas e outros assuntos.

No que diz respeito ao site institucional, explicou como se dá a produção de conteúdo, o contato com a imprensa e a análise do clipping produzido. Também esteve em pauta a criação de produtos promocionais, distribuição e comunicação entre as bases.

Para a coordenadora de comunicação do Projeto Albatroz, Jéssica Branco, foi importante trocar experiências com as integrantes do No Clima da Caatinga. “Foi um grande prazer recebê-las e poder mostrar um pouco do nosso trabalho. Tivemos a oportunidade de trocar conhecimento, o que é fundamental para o crescimento das nossas gestões de comunicação”.

Kelly e Rute puderam conhecer as atividades de educação ambiental e assistir a uma palestra da fundadora e coordenadora geral do Projeto Albatroz, Tatiana Neves, sobre as características singulares destas aves oceânicas que, assim como a Caatinga, são essenciais para a manutenção da biodiversidade do nosso país.

Tatiana explica que essa troca de experiências entre projetos de conservação ambiental foi enriquecedora para todos. “É importante existir esse tipo de interação porque vivemos em realidades muito diferentes. Se trabalhamos com os oceanos, onde quase ninguém vê, eles trabalham na floresta da Caatinga, um lugar incrível que também é pouco conhecido”, afirma.

Saiba mais sobre o Projeto No Clima da Caatinga no site: http://www.noclimadacaatinga.org.br/.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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