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Conheça os estudos que o Projeto Albatroz vem realizando pela conservação de albatrozes

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No último mês, toda a equipe técnica do Projeto Albatroz se reuniu em Cambridge, na Inglaterra, com seu apoiador internacional BirdLife International para apresentar recentes resultados de pesquisa pela conservação dos albatrozes no Brasil e ainda planejar ações e estratégias futuras. O Projeto Albatroz por meio da BirdLife faz parte do grupo Albatross Task Force, um time global de observadores de bordo que estuda e protege os albatrozes do mundo. Junto à equipe da BirdLife International estiveram presentes Dimas Gianuca, Rodrigo Sant’Ana, Caio Marques, colaboradores do Projeto Albatroz e e Tatiana Neves, coordenadora geral e fundadora do Projeto Albatroz que apresentaram os seguinte estudos:

Estimativa de Capturas Incidentais: Uma ampla análise estatística foi explicada pelo professor e mestre Rodrigo Sant’Ana, a qual determina uma estimativa da mortalidade de aves marinhas por interação com a pesca industrial de espinhel pelágico do sudeste e sul do Brasil. Entenda mais sobre esse trabalho na edição 2 do Boletim Técnico Científico do Projeto Albatroz, capítulo 1.

Resultados preliminares do Hook Pod: O Hook Pod é um protótipo de medida mitigadora para proteção de albatrozes e petréis que vem sendo estudado e aprimorado desde 2013.  Neste período, o equipamento evoluiu e passou por uma grande quantidade de testes e aprimoramentos, com cada vez melhores resultados garantidos cientificamente.  Atualmente, o Hook Pod está em uma segunda fase de teste de protótipo, com uma versão mais simples e econômica para que se torne mais viável de ser adquirida pelos pescadores brasileiros.

Análise espaço temporal: Foi levada à reunião a pauta do TCC sobre albatrozes de Maíra Carvalho Marenzio orientado por Rodrigo. O objetivo principal de seu estudo é avaliar os impactos causados à megafauna marinha pela pesca de espinhel pelágico no Oceano Atlântico Sul, através da análise espaço-temporal da captura incidental. Para tal, foram utilizados dados contidos no Banco Nacional de Atuns (BNDA), mantido pelo Subcomitê Científico de Atuns e Afins, do qual o Projeto Albatroz faz parte. O TCC é para conclusão do curso de Oceanografia de Maíra, na Univali, onde se situa a base de Itajaí-SC do Projeto.   

Pesca de Itaipava: O projeto ERA (Análise de Risco Ecológico), um dos temas do doutorado do Caio Marques que vem sendo desenvolvido em parceria com o Projeto Albatroz, que contém uma análise sobre a ameaça da frota de pesca de espinhel de Itaipava-ES também foi apresentado. O Projeto Albatroz possui uma de suas bases no local para realizar o monitoramento do porto local. Os barcos dessa frota são mais artesanais e tem características um pouco diferentes da pesca de espinhel industrial de outros locais. 

 

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